terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Swing, En Vogue, MJ Drill, Dangerous 2011


Durante um evento na cidade de Los Angeles, os dançarinos de This Is It apresentaram a performance completa da musica ''Dangerous'':

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=zNHzaFyNA1g

www.youtube.com
Stacy Walker (assistente de palco do coreógrafo Travis Payne) junto com os dançarinos de Michael Jackson apresentam a performance completa da musica Dangerous.]

MJ Beats

Ficou muito bacana a apresentação, mas dá um vazio imenso...

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Entrevista antiga, mas interessante

Kenny Ortega fala para a MoviesOnline (MoviesOnline, Outubro 2009)

MoviesOnline, outubro de 2009

A MoviesOnline sentou para conversar com o produtor/diretor Kenny Ortega sobre seu novo filme, o altamente esperado This Is It de Michael Jackson. O filme oferece aos fãs de Jackson e amantes da música do mundo todo um olhar raro aos bastidores do artista enquanto ele criava e ensaiava para os seus shows esgotados que teriam acontecido no começo do último verão na O2 Arena, em Londres.

As platéias terão um vislumbre privado e privilegiado de Jackson como ele nunca foi visto antes. Em um rápido resumo, This Is It é a última documentação de Michael Jackson em ação, captando o cantor, dançarino, cineasta, arquiteto, gênio creativo, e grande artista em trabalho enquanto ele e seus colaboradores atingem suas metas para Londres, o O2 e a história.

Chamado de O Maestro de 1 Bilhão de Dólares pela Daily Variety, Kenny Ortega conquistou os longa-metragens, televisão, palco, shows e gigantescos eventos ao vivo como as Olimpíadas com igual excelência. Como diretor e parceiro criativo de Michael Jackson em This Is It assim como nas últimas turnês de Jackson,Dangertous e HIStory, Ortega tem sido amigo e colaborador de Michael Jackson por cerca de 20 anos.

O vencedor de vários prêmios Emmy dirigiu e visualizou a franquia de um bilhão de dólares da Disney, High School Musical, tanta para a televisão como para o cinema. Ortega dirigiu a Best Of Both Worlds Tour de Hannah Montana/Miley Cyrus com participação dos Jonas Bros. Ele também dirigiu com grande aclamação as cerimônias de abertura e encerramento das Olimpíadas de 2002 em Salt Lake City, Utah.

Kenny Ortega é uma pessoa fabulosa e nós estamos agradecidos por seu tempo. Aqui está o que ele tinha para nos contar sobre seu novo filme e sua histórica colaboração com Michael Jackson.

Q: Você tem dormido?

KO: Sabe, eu não tenho dormido nada nos últimos meses. Não tenho. Durante os ensaios, eu trabalhava até bem tarde e então nós fizemos o memorial e então começamos o filme e no filme eram 14 horas por dia, sete dias por semana, toda semana desde que nós começamos até nós o entregarmos. Nós acabamos de voltar de 10 dias na estrada começando em Chicago com a Oprah e aqui de volta para a estréia. Tem sido um verdadeiro redemoinho. Tipo o vento de ontem à noite, eu pensava "nada de novo pra mim."

Q: Sincronizar na pós foi um pesadelo?

KO: Não um pesadelo. Felizmente, tudo estava sendo gravado. Tínhamos nossos caras no monitor. Você sabe, quando Michael está falando, quando ele diz, 'Eu não estou tentando ser difícil. Eu percebo que vocês estão fazendo seu trabalho mas eu estou tendo um problema. É como se alguém me apunhalasse no ouvido.' Ele está falando com os caras dos monitores que estavam lá filmando tudo. Mas nem tudo foi gravado onde tínhamos sistemas diferentes. Algumas coisas estavam apenas em duas faixas então não tínhamos como trazer a voz de Michael para fora o quanto gostaríamos. Nós fizemos nosso melhor e em alguns momentos a gravação estava tão boa quanto se tivesse sido feita num estúdio onde você possa mexer e mixar, então pudemos ter uma variação melhor. Mas tudo o que você ouve estava acontecendo bem ali. É a banda de Michael tocando toda a música. Não são discos. Ele queria como nos discos e deixou aquilo bem claro, mas aqueles eram seus cantores cantando ao vivo. Era a banda dele tocando ao vivo. Era o Michael ali, obviamente. Se alguém precisa esclarecer isto de vez, digo, você o viu ali. Ele apenas começaria a improvisar e a cantar do nada e, de repente, a banda começava e dava início ao ensaio. Isso é o quão orgânico o processo foi para nós.

Q: Ele já havia cantado antes canções do Jackson 5 como adulto?

KO: Ah, sim. Desde que eu comecei a trabalhar com ele, o que foi nas turnês Dangerous e HIStory, e muitos shows de apresentação única que fizemos, na Coréia e na Alemanha, muitos lugares, JFK Stadium em D.C., Michael adorava pagar tributo a estes anos, às canções e aos seus irmãos acima de tudo.

Q: A crueza do material acentua o fato de que ele não foi feito com a intenção de ser exibido.

KO: Não foi, não foi. Mas também, nós tínhamos três rolos de filmagens com os quais trabalhamos. Você viu os grandes filmes que incorporamos na forma de contar a história. Eram 10 curta-metragens que Michael e eu desenvolvemos e produzidos juntos que incorporamos no show. Então estes foram feitos com a intenção de ser parte do show. Estes foram feitos para o show ao vivo e finalmente, quando filmássemos o show ao vivo em Londres - o que aconteceria -, eles fariam parte do filme. E também tínhamos o material de bastidores, entrevistas, o making of, porque Michael tinha a intenção de filmar os shows em Londres, então ele queria ter uns bastidores legais para poder agregar a isto. É daí que você tem os dançarinos e os membros da banda dando declarações. E então você tem o que eu chamo de filmagem miraculosa que é a filmagem que nós usamos. Era uma ferramenta para, nós filmar os ensaios para que pudéssemos a qualquer momento voltar e olhar para alguma coisa e dizer, 'Porque nós não abrimos isto musicalmente ou você sabe o que nós deveríamos fazer aqui com as luzes? Ou porque não trazer os dançarinos neste momento?' Nos ofereceu a oportunidade de meio que olhar de longe e ser capaz de fazer ajustes criativos. Nós fazemos isso desde que começamos a trabalhar juntos. Nós não ligamos sempre as câmeras e haviam apenas dois cinegrafistas, às vezes um. Você pode imaginar a complicação de tentar contar uma história e montar este filme. Havia momentos onde eu estava no chão, me contorcendo e gritando porque nós não desenhamos isto para ser filmado como cinema. Nós nunca planejamos isto. Não havia roteiro. Eu não disse, 'E agora vá para o close-up e podemos fazer mais uma tomada daquela?' Nunca aconteceu nada disso.

Q: Algum número musical foi deixado de fora por não ter sido filmado?

KO: Mmhmm, sim, sim. No dia em que Michael morreu, nós o estávamos esperando para ensaiar o final de Dirty Diana, onde ele entrava nesta ilusão e, na frente dos seus olhos, subia e fumaça e ele aparecia do outro lado do palco na grua, voando pela platéia para começar Beat It. Ele estava muito empolgado com isso. Na noite anterior, ele disse para mim que estava muito feliz. Ele viu o sonho se tornar realidade no palco. A única coisa que ele queria que eu dissesse a qualquer um da equipe criativa era, 'Eu os amo. Todo mundo está fazendo um grande trabalho. Eu amo você, Kenny. Te vejo amanhã. Obrigado'. Ele foi embora e estávamos revigorados. Nós voltamos no dia seguinte e estávamos todos no palco, muito animados trabalhando com a equipe de ilusionistas, com os nosso técnicos. Tínhamos a nossa dançarina aerealista, Danielle, no palco e Tony Testa, um dos nosso coreógrafos associados, fazia stand-in pro Michael. Nós estávamos deixando tudo pronto para ele chegar e começar a ensaiar o que seria um dos dias favoritos dele, porque ele amava ilusão. Quando nós descobrimos, tudo parou.

Q: O seu passado com Abracadabra ajudou a reinventar Thriller?

KO: Não prejudicou. Não prejudicou, mas também veio do meu passado em amar o Thriller do Michael Jackson e de ser um grande fã de todo o seu trabalho em curta-metragens. Mas foi uma das primeiras idéias sobre as quais Michael e eu conversamos, que era criar uma experiência em 3-D na arena para os fãs. É claro, as pessoas falaram, "O que?" A tecnologia, eles estavam correndo para terminá-la. Nós tínhamos o primeiro telão de 3D em HD e nós que estávamos criando estes filmes. Haviam pessoas que nem tinham certeza se iria funcionar. Quando nós testamos pela primeira vez o 3D no telão na arena, foi de arrepiar. E então planejamos outras coisas porque Michael teve várias idéias. Nós tínhamos o Michael Curry que fez o design de O Rei Leão, e foi um dos designers do nosso cenário e das marionetes. Nós tínhamos personagens gigantes com iluminação que desceriam do teto e voariam pela cabeça das pessoas. Michael estava tão animado com tudo isso. Ele gostava de chamar isto de experiência 4-D. Então, você iria ter um filme em 3-D, o elenco no palco e então fumaça saindo do lado do palco até a platéia e todos estes elementos surgindo perto das pessoas, que estariam usando os óculos 3-D.

Q: Você quis adicionar alguma coisa que refletisse o fundo emocional?

KO: Sabe, o único motivo pelo qual eu não fiz isto foi porque eu não queria ninguém dizendo que nós forjamos alguma coisa. Nós não forjamos. Não há absolutamente nada neste filme que não foi criado a partir do momento em que Michael anunciou que ia fazer os shows até o dia em que Michael morreu. Nós não queríamos tocar nisto. Foi como eu o nomei, uma documentação final e segrada e se nós voltássemos para filmar a banda ou qualquer outra coisa, então nós damos a chance para as pessoas chegarem e dizerem, "Não foi assim que realmente aconteceu. Eles tentaram pintar de forma diferente." No entanto, no DVD, há um número tremendo, eu diria, três ou quatro horas de informação que não está no filme, que vem também daquela fonte, mas agora também com informações de depois daquele momento. Então para os extras nós voltamos e conversamos sobre a experiência de trabalhar com Michael e nós completamos algumas idéias que Michael abençoou e assinou e que não tivemos tempo de terminar no momento em que Michael morreu. Então você vai ter uma noção ainda maior de como seria tudo e poderá entender os detalhes de todos os elementos que planejávamos para o show.

Q: Como você acha que Michael gostaria de ser lembrado como um artista e como uma pessoa?

KO: Eu acho que as pessoas estavam dizendo ontem à noite. Elas ecoaram tudo o que eu senti no meu coração. As pessoas vinham pra mim e diziam, 'Nós não conseguimos. Nós não conseguimos conforto na CNN. Nós não tivemos a chance de dizer adeus apropriadamente na CNN'. Não querendo dizer que eles foram irresponsáveis. Era apenas a informação que não estava lá e as pessoas diziam que não apenas nós temos a chance destes momentos finais com Michael o artista, mas também acabamos conhecendo-o melhor do que nunca como um homem. Você passa a realmente apreciar sua bondade e gentileza e sua generosidade e o espírito de colaboração maravilhoso que ele tinha e o modo como ele trabalhava com as pessoas, nunca querendo ofender ninguém. Meu Deus, se ele pensasse que havia envergonhado alguém, aquilo acabava com ele. É por isto que você sempre vê ele, ainda nos momentos mais frustrantes, ele diria, 'Com o amor. É por isso que nós ensaiamos' porque ele apreciava tanto todos nós. Ele disse para mim, 'Kenny, saia e vá encontrar os melhores artistas do mundo. Convide-os a virem e a se juntar à nossa jornada e então vamos inspirá-los a irem a lugares que eles nunca foram antes.' Então Michael sabia quem estava na frente dele e ele tinha a maior admiração e respeito por todo mundo. Mesmo que ele tivesse uma pequena briga ou desentendimento com alguém, ele nunca queria que chegasse ao ponto da pessoa acabar pensando que ele não se importava com ela ou não a respeitava.

Q: Ele não deveria ter feito musicais?

KO: Sim, nós íamos fazer uns dois filmes. Antes mesmo de sabermos que iríamos fazer This Is It, Michael e eu estávamos no estágio inicial em conversações para fazer um musical de Legs Diamond e um longa-metragem 3-D de Thriller. Michael não planejava se aposentar do show business. Ele não ia se aposentar. Entretanto, isto é o que ele chamava de sua cortina final para turnês ao vivo. O que ele pensava era que ele ia fazer os 50 shows em Londres e então ele disse pra mim, 'Se der certo e eu ainda me sentir bem e ainda tiver a energia, eu amaria ir para a África. Eu amaria ir para a Índia. Eu amaria ir para o Japão.' Travis (Payne) e eu vimos isto. Michael pretendia sair com seus filhos e ver todo o resto do mundo, dividir a experiência com eles, conhecer os fãs, dar mais uma grande reverência e então ele queria desligar da tomada a idéia de se apresentar ao vivo porque ele me disse, 'Eu não quero estar por aí me apresentando quando eu não posso mais fazer com a integridade com a qual eu sou conhecido. Entretanto, vamos fazer filmes e grandes álbuns e desenvolver projetos juntos.' Então ele estava animado para tanto mais. Ele tinha tanta coisa dentro de si ainda.

Q: O que você descobriu sobre Michael e si mesmo e a amizade de vocês fazendo isto?

KO: Bem, você sabe, Michael me deu tanta confiança. Desde o momento em que começamos, é como se ele tivesse jogado argila no meio da mesa e dissesse, "Coloque suas mãos com as minhas nela." Ele amava criar comigo. Amava. Ele amava lutar com idéias. O que estivesse fixado na parede no dia seguinte, nós nem nos lembrávamos mais de quem havia sido a idéia. Nós não ligávamos. Era uma parceria tão grande. Era tão fácil, tão livre de ego, e era tão fiel ao modo de contar a história. Michael já havia há uns dois anos sido entretido por tantas pessoas com idéias e ele me ligava de vez em quando, nós íamos jantar, conversávamos no telefone. Ele vinha me visitar no set e dizia, 'Não há nada que tenha propósito o suficiente para que eu queria sair e fazer', se referindo aos shows ao vivo. Ele dizia, 'Continue pensando'. Eu estava fazendo meus filmes e de repente eu recebi esta ligação, depois de dois anos de conversas sobre a possibilidade de fazermos alguma coisa ao vivo, e ele disse, 'Kenny, este é o momento (this is it).' Eu juro, foi o que ele disse. 'Este é o momento'. Então durante a conversa, ele disse tipo umas cinco vezes e eu ri e disse, 'Você deveria chamá-la de turnê This Is It porque você não pára de dizer.' O que aconteceu foi que quando nos juntamos logo depois disto, antes de qualquer idéia conceitual, ele começou a me falar sobre as razões pelas quais ele queria sair e fazer o show. Aqui está o porque precisamos fazer isto e agora vamos criar o show que dá valor a estas razões. É isso que eu vou levar comigo. A compreensão dele de responsabilidade, que não era o suficiente apenas sair e fazer porque ele podia. Tinha de ser importante. Tinha de ter uma razão, "raison d'etre" como o Gene Kelly costumava dizer pra mim o tempo todo. Qual a razão que existe para me inspirar para acordar todo os dias e querer vestir meu figurino e subir no palco e ser Michael Jackson.

Q: Como você responde ao site This Is Not It? Você vai tomar ações legais?

KO: Não irei. Quero dizer, o modo que eu vejo é que eles são fãs. Todo mundo está lidando com a perda. Há alguns fãs aí que estão apenas procurando algo para apontar, para apontar a razão a qual não temos mais o Michael, culpar alguém. Tudo o que eu quero dizer é que Michael não viveu assim. Este não é o espírito de Michael Jackson. Michael não presumia. Havia um número horrososo de pessoas que presumiam sobre Michael Jackson. Elas criavam histórias e especulavam e até o perseguiam e o desmoralizavam. Eu só queria dizer a qualquer um, se você não sabe do que está falando, se você não estava lá, se você não tem a informação, não coloque esta informação - não coloque. Não faça isso. Assista ao filme. Olhe o filme. O filme fala por si só. É Michael. É o Michael falando, Michael fazendo, Michael dividindo. É bem honesto, cru e desprotegido. Aquele Michael queria estar ali. Ele estava fazendo isto. Isto o nutria. O envigorava. O excitava. Ele queria fazer isto mais do que qualquer coisa exceto por passar tempo com seus filhos. Isto é o que ele queria fazer.

Q: Como você procura artistas para participar?

KO: Colaboradores e pessoas que não tenham medo de entrar em uma jornada que vai mexer com suas cabeças e que estão menos preocupadas sobre uma idéia ser delas e mais preocupadas em serem parte de um time que chega a algo especial.

Q: O que está acontecendo no mundo do High School Musical?

KO: Eu não vou fazer o High School Musical 4, mas eu ouvi que talvez eles façam com um novo elenco.

Q: O que aconteceu com todos os cenários?

KO: Tudo está aguardando. Alguns são espetaculares. De alguma forma, talvez no futuro, nós possamos usá-los para alguma idéia. Eu não sei. Eu apenas espero que não acabem ficando guardado atrás de portas trancadas.

Fonte: Arquivo Michael Jackson

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Juíz permite entrada de câmeras no julgamento de Murray

O juíz Michael Pastor decretou ontem (07/02) que a seleção do júri para o julgamento do dr. Conrad Morray ocorrerá no dia 24 de março, ao invés do dia 28 que havia sido estabelecido em audiência anterior.

O juíz também permitiu que as câmeras de televisão registrem o julgamento. Espera-se que os discursos de abertura aconteçam na primeira semana de abril. O julgamento deve durar aproximadamente seis semanas.

Mais uma vez, o nome de Michael Jackson será alvo da mídia e prato cheio para os tablóides. Com as câmeras na corte, esperem que os grandes jornais televisivos exibam apenas trechos dos depoimentos mais picantes da defesa de Murray, e que Michael seja retratado como um lunático que tomava propofol no café da manhã.

Fonte: Arquivo Michael Jackson

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Jorge Vercillo no Festival de Verão de Salvador 2011

Rolou entrevista



Rolou Jorge Vercillo apresentando coreografia

http://www.youtube.com/watch?v=odLO2ELQbqU

Rolou Vinícius Vercillo se apresentando com passos de Michael Jackson


http://www.youtube.com/watch?v=FqrAGhPRACY

Rolou apresentação de seus grandes sucessos


http://www.youtube.com/watch?v=lh5Nc9djk1c&feature=fvw

Rolou matéria sobre o show

Jorge Vercillo lota Concha Acústica no Festival de Verão

O cantor emocionou a todos com os hits dos seus oito anos de carreira.

5 de fevereiro de 2011
Jorge Vercillo (foto: divulgação)

Jorge Vercillo (foto: divulgação)

Um dos grandes sucessos da terceira noite do Festival de Verão, Jorge Vercilo lotou a Concha Acústica Faculdade Maurício de Nassau. O cantor emocionou a todos com os hits dos seus oito anos de carreira. “Signo de Ar”, “Homem Aranha” e “Um Segredo e Um Amor” foram algumas das melodias que embalaram o público.

O cantor chegou acompanhando da família, a mulher e os dois filhos e, quando entrou no palco, uma multidão já o esperava. Entre os antigos sucessos e as novas músicas do álbum “DNA”, uma surpresa: seu filho, Vinícius Vercillo, participou do show, seguindo a veia artística do pai. O garoto de nove anos que é fã de Michael Jackson dançou com Jorge na música “Arco Iris”. Aluno do professor de dança Manú Sampaio, que também participa do show, Vinícius aprendeu passos do seu ídolo para se apresentar com o pai em alguns shows.

No momento mais emocionante da apresentação, Jorge Vercillo cantou a música “Ela une Todas as Coisas” olhando para sua mulher, Gabriela, que estava assistindo o show na lateral do palco.

Fonte: Bagarai

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Historia da fã da Argentina que beijou MJ

"Eu quero dizer que sou uma das meninas que foi para o palco com Michael Jackson, em 1993, na Argentina. Eu já tinha 21 anos naquela época por isso não era uma adolescente, não tinha amor platônico. Eu era um jovem que sabia exatamente o que sentia. E posso dizer que fiquei profundamente apaixonada por ele. Eu o amava com tanta intensidade , eu o amava e puramente . Ele foi e ainda é, na minha opinião, possivelmente, o ser humano mais bonito, por dentro e por fora. Quando ele pegou minha mão naquela noite, no palco, todas as minhas emoções, todos os meus tremores e meus medos desapareceram e tudo o que eu sentia era o calor, a paz e a calma. Eu senti como se finalmente tivesse encontrado o meu lugar na terra, senti-me como se eu tivesse chegado em casa depois de uma longa viagem. Eu senti que eu estava segura, ao seu lado, segurando em sua mão. Eu nunca vou esquecer um detalhe dos minutos que estive com ele. Eu ainda sinto sua pele macia.

Desde o dia que eu o toquei, até hoje me sinto anestesiada com isso.Era como em câmera lenta, eu tinha tempo para assistir todos os seus gestos, seus pequenos detalhes, eu vi minha própria imagem no clareza cristalina de seus olhos, eu vi como ele é inspirado , eu vi as pequenas gotas de suor na sua testa . Meu Deus, ela era simplesmente perfeito. Esse tempo foi perfeito. O poder do seu abraço me acordou, e eu comecei a ouvir a voz dele enquanto ele me abraçou. Ele estava cantando em meus ouvidos, mas realmente não podia ouvir as palavras, só sua voz angelical e me lembro de ter ficado concentrada no calor da sua respiração na minha orelha e rosto. Então eu empurrei meu rosto no rosto, a necessidade de sentir o toque da sua pele … E oh, era macia e quente e seu cabelo acariciou meu rosto e eu coloquei meu nariz em seu pescoço e vou lembrar toda a minha vida como sua pele cheirava. Não era um perfume qualquer, ele era especial. De qualquer maneira para mim é o cheiro do céu. Depois, você pode imaginar o quanto eu assisti o vídeo centenas de vezes e eu pudi ver como era o meu dançar, meus pés estavam se movendo e eu sorri enquanto lágrimas estavam vindo de meus olhos, mas devo dizer, honestamente, que realmente não me lembro mover-me em tudo. Para mim, esse tempo era estático e silencioso, romântico e muito, muito sensível.

Eu me senti como se fôssemos dois amantes depois de fazer amor, deitados na cama acariciando e olhando nos olhos. Michael beijou em meu rosto e na mão enquanto acariciava meu rosto, e eu beijei seu pescoço. Creio absolutamente que beijar o pescoço de um homem é tão íntimo e tão sexy, e eu estava tremendo e eu posso jurar por Deus que ele, também. E então é quando me virei louca e tentei beijá-lo na boca e não importa o que você quer acreditar ou não, nós realmente nos beijamos. Eu beijei seus lábios de surpresa e ele graciosamente primeiro tentou me levar para longe, mas eu acariciava e ele olhou nos olhos entre lágrimas e ele me olhou e, em seguida, respondeu ao meu beijo com tanto amor. Ele pegou meu lábio inferior com a boca e coloquei um pouco com os dentes, depois de liberá-lo ficamos assim por alguns segundos, boca a boca e sussurrei “eu te amo Michael” e em seguida, ele colocou a boca no meu ouvido e ele disse, “Eu te amo mais”, mas ele enfatizou a palavra você, como se ele realmente quisesse dizer que era para mim, pessoalmente, como ele realmente tinha essa sensação para mim, não só estava dizendo como um clichê. Em seguida, agarrou-me fortemente nos braços por poucos segundos e eu fiz o mesmo, senti-me como nenhum de nós queria não ser liberados. Mas enquanto nós nos abraçamos o guarda chegou e me levou para fora. E eu juro que não queria isso, ele não chamou, ele não podia dar um sinal, porque ambas as mãos estavam ocupadas abracando-me e me olhando diretamente nos meus olhos, então ele não pode piscar ou fazer algo parecido .Eu acho que, alguém por trás das cenas que viu Michael esqueceu que o tempo passou e neste momento já estava tomando muito tempo porque esse guarda-costas entrou. Eu me lembro quando o guarda-costas me pegou, eu pus meus braços em volta de seu pescoço e ele fez o mesmo, ao invés de tentar separar-nos, amarrou-me mais forte. Eu soube naquele momento que, apesar de tudo o que aconteceu desde então e tudo o que as pessoas pensam, Michael e eu tive um momento muito íntimo lá no palco, na frente de centenas de pessoas.Depois voltei para o meu lugar era uma loucura, quase puxando minha roupa, era uma coisa louca, mas eu fiz, eu não me importava. Eu só vi Michael olhando em mim, eu o vi foi mágico."

http://www.youtube.com/watch?v=ZAEg5YMJp-I


segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Campanha: Michael no Topo

por MJ Beats | Edcyhis, domingo, 30 de janeiro de 2011 às 20:44

É fato que a divulgação de um disco depende principalmente do empenho de sua gravadora. No entanto, nós, enquanto fãs, temos o poder de gerar exposição em meios significativos, se nos unirmos.

Assim, o Arquivo Michael Jackson e a MJ Beats / Edcyhis lançam a campanha Michael no Topo, pedindo humildemente o apoio de todos os sites/blogs/fóruns para fazermos o possível em nosso alcance em prol do sucesso do novo álbum. Como primeiro passo desta campanha, propomos o empenho em emplacar Hold My Hand, o videoclipe, em três importantes programas de televisão.

1. O Top 10 MTV, que vai ao ar de segunda à sexta, às 18h. Como você pode ajudar? Votando diretamente no site (http://mtv.uol.com.br/top10/vote). No campo "Digite o artista", escreva "Michael Jackson and Akon". Apareça o resultado em hyperlink para você clicar. Após o clique, aparecerá a opção "Escolha um clipe", com Hold My Hand em hyperlink. Clique em Hold My Hand. Por fim, aparecerão letras para você digitar e confirmar o seu voto. Clique em "votar". Às vezes, o site não irá reconhecer as letras digitadas (mesmo que corretas) e dará a mensagem de "código inválido". Quando isto acontecer, clique em "Não consigo ler", abaixo da palavra de verificação. Um novo código aparecerá e então é só você digitá-lo e confirmar. Após a confirmação, você lerá a mensagem "Voto computado com sucesso." Missão cumprida? NÃO! Você pode ainda votar novamente, quantas vezes você quiser e tiver disposição. Está trabalhando no computador? Deixe aquela aba no seu navegador com o site aberto. Quando fizer uma pausa ou quiser descansar dos trabalhos ou estudos, vá lá e dê o seu voto. Aparentemente, Hold My Hand não passou da 8a. posição no Top 10 da MTV, amargando para aparecer. Vamos demonstrar a força dos fãs e botar Michael, o criador da MTV, no lugar onde ele merece estar: em número 1!

2. O TVZ do canal de tv à cabo Multishow é outro grande programa popular de videoclipes. Diariamente, os 5 clipes mais votados são exibidos no programa. Você pode votar em Hold My Hand entrando no site: http://multishow.globo.com/TVZ/Vote/

Há uma variada lista de clipes a serem votados para o top 5 diário e é provável que você não veja Hold My Hand lá. Como você deve proceder? No canto inferior esquerdo do site, há um campo escrito "não encontrou seu clipe preferido? sugira aqui". Lá, é só você digitar "Michael Jackson & Akon" em "artista" e "Hold My Hand" em "música". Dê "ok". Você também pode votar quantas vezes quiser!

3. O canal BET, voltado para a música negra, tem um programa de clipes diário. Você pode votar em Hold My Hand selecionando ele na lista apresentada aqui (http://www.106andpark.com/vote106) também quantas vezes quiser. Vamos ajudar os fãs americanos a também emplacar Hold My Hand!

Contamos com o apoio e o esforço de toda a comunidade fãs para que o novo álbum seja um sucesso! Em breve vamos precisar da sua ajuda para Hollywood Tonight!

Sugestões ou dúvidas, podem entrar em contato através do contato.arquivomj@gmail.com. O seu feedback é muito importante!

Fonte: MJ Beats | Edcyhis

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Lapa Serra Beneficente com Jorge Vercillo e vários artistas

27/01 - Participação de Jorge Vercillo no show beneficente - Fundição Progresso - RJ

Lapa Serra Beneficente:
Nesta quinta, 27/01, na Fundição Progresso.
Ajude as vítimas das enchentes na região serrana do RJ.
Ingresso:
- 3kg de alimento não perecíveis ou
- 3 garrafas de água de 1,5 L ou
- 3 litros de leite (em caixa)